A United
Space Alliance e a NASA, entidades que coordenam a missão da Estação
Espacial Internacional (ISS), anunciaram que deixaram de usar o Windows e
passaram os computadores para Linux: «Migrámos funções chave do Windows
para o Linux porque precisamos de um sistema operativo que seja estável
e fiável», cita o Extreme Tech.
Nesta última vaga,
«dezenas de portáteis» vão ser alterados para um sistema operativo de
código aberto. Os restantes sistemas a bordo da ISS já correm em algumas
versões do Linux, como RedHat ou Scientific Linux.
Recorde-se
que várias entidades científicas, como os laboratórios do CERN, a NASA
ou a SpaceX já operam com Linux e o motivo é invariavelmente a
estabilidade que este sistema oferece.
A principal razão para a
mudança neste caso, além da estabilidade, é que os engenheiros espaciais
precisavam de um sistema que pudesse ser controlado internamente: «se
precisarmos de um patch, de um ajuste ou de nos adaptarmos,
conseguimos», explica Keith Chuvala, da United Space Alliance.
Tudo
indica que as aplicações usadas pelos astronautas a bordo tenham sido
reescritas de Win32 para Linux e que não estejam a ser corridas através
de emuladores como o Wine. Os astronautas e cosmonautas vão receber
formação da Linux Foundation.
Fonte: exameinformatica

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