Uma missão espacial 100% brasileira; e vencedora! Este ano, a equipe
do Instituto Tecnológico de Aeronáutica participou pela segunda vez do
maior campeonato interuniversitário de engenharia de foguetes. E trouxe
para o Brasil o inédito troféu do “Intercollegiate Rocket Engineering
Competition”.
O campeonato realizado anualmente em Utah, nos Estados Unidos,
envolve universitários de diversos países. Além dos norte-americanos,
este ano canadenses, turcos, indianos e brasileiros competiram para ver
quem tinha o melhor projeto de foguete.
"É uma missão especial completa. A gente não leva nada ao espaço, porque nosso foguete atinge no máximo três quilômetros de altitude, mas você tem que criar um foguete capaz de atingir uma certa altitude, e recuperá-lo de forma íntegra. Também ganhamos pontos por componentes desenvolvidos pelso alunos", comenta Luiz Gustavo Muniz, estudante.
"É uma missão especial completa. A gente não leva nada ao espaço, porque nosso foguete atinge no máximo três quilômetros de altitude, mas você tem que criar um foguete capaz de atingir uma certa altitude, e recuperá-lo de forma íntegra. Também ganhamos pontos por componentes desenvolvidos pelso alunos", comenta Luiz Gustavo Muniz, estudante.
O fato de o foguete dos alunos do ITA ser totalmente projetado “e”
fabricado pelo grupo contribuiu muito para a vitória na IREC. O grupo
trabalhou por 10 meses na criação do projeto, que custou aproximadamente
60 mil reis. O foguete, batizado Dumont em homenagem ao pai da aviação,
pesa cerca de 18 quilos e tem dois metros de altura.
Ainda que não tão grande, o foguete tem muita tecnologia embarcada –
que também foi essencial para o sucesso da missão. Ele é dividido em
três partes: o motor, o conjunto de eletrônica, que inclui uma câmera de
vídeo que transmite o voo em tempo real e o cérebro do foguete.
"Ainda tem uma parte em cima que tem GPS, acelerômetro, girômetro, sensores de temperatura e pressão, e umidade", explica o estudante Henrique Oliveira da Mata.
"Ainda tem uma parte em cima que tem GPS, acelerômetro, girômetro, sensores de temperatura e pressão, e umidade", explica o estudante Henrique Oliveira da Mata.
Além de um prêmio em dinheiro, o grupo de futuros engenheiros
acredita que a maior vitória é o reconhecimento pelo trabalho feito
depois de tanta dedicação e os contatos e oportunidade que aparecem em
um evento deste tipo. Mais do que isso, a chance de mostrar que o Brasil
também é forte quando o assunto é “Espaço”.
Agora a equipe, que conta com alunos de todos os anos e diferentes
engenharias é renovada todos os anos com novos integrantes e já se
prepara para aprimorar seu projeto para tentar trazer mais um troféu
para o ITA, ou melhor, para o Brasil, em 2014.
Se você curte o tema, aproveite para conhecer mais sobre o Programa
Espacial Brasileiro. No olhardigital.com.br nós separamos uma série de
reportagens que fizemos sobre a Agência Espacial Brasileira. Entenda o
que eles fazem e como estamos em relação ao resto do mundo. Ah, se você
perdeu a incrível história do austríaco que saltou de paraquedas da
estratosfera, nós também explicamos tudinho sobre esse feito no Espaço.
Acesse, relembra e surpreenda-se mais uma vez.
FONTE: OlharDigital
0 comentários:
Postar um comentário